14.11.10

Como se importasse dizer, crer, ou ainda: querer.
A permissão era o desdém de um caso perdido,
O mistério do orgulho ferido,
Não há configuração.
Corpo, ditadura..
Desacordo.

Me rasgava o ar,
O vento escuro, claro torpor.
A permissão era um melindre dos sentidos.
Escolhas na frente do espelho,
No inverso o sentido do verso,
O resultado...

O medo?
O medo é meu.
Te deixo com o descaso.
Nada mais, nada mais, nada.
Para o nada, o nada é tudo.
Tudo ou nada?