Sabiam-se as palavras, os tons, as ideias.
E não se sabia nada.
Queria prever. Mortificar, amortecer.
Amortecer a queda.
Caiam como lágrimas, sentinelas.
Cores escuras, o negro olhar.
Era uma dor. Um silêncio.
Uma morte.
Uma parte dispersa, uma peça errada,
Um tiro no pé.
É que nada, de nada serve.
Uma loucura, um espelho,
uma jornada.
Um caminho, redemoinho,
pensamento.
Não. O não era tudo.
O não era o ditado.
O não teria ruido uma torre de pedra,
As mãos de bronze que respiravam imóveis.
Era meu o sonho, a ingenuidade, o pouco de fel.
Uma trave, uma trava, um orgulho.
Me restava o mundo.
E pra quê?