Eu me sento e escrevo.
A escrita me jorra.
É sobre mundos e sentidos, é sobre viver e morrer, é sobre amor.
Destes, os sentidos nunca mentem.
Os sentidos são invertidos, subvertidos, canalizados, ultrapassados e convertidos, mas são sinceros.
Eu mutilo as frases, troco, torço palavras, mas os sentidos merecem ser respeitados.
É que são os sentidos que me esclarecem os fatos, eles têm a última palavra.
Os sentidos são vivos.
Desperte seus sentidos.
Imortalize seus sentidos.
Mergulhe, saboreie, despedace seus sentidos.
E se dada à oportunidade, agarre seus sentidos e sublime-os nas palavras.
Traduza-os nas palavras.
Acima de tudo. Arrisque.
Arrisque compartilhar sentidos.