Não quero ver o silencio pairando nos teus olhos.
Essa risca de barro que te contém o cenho.
Eu quero sorrir de novo,
Falar de novo,
Cantar de novo.
Não pretendia tantas cores a correr por teus cabelos,
Os rasgos firmes no seu rosto.
Quero partir-te em trégua,
Ramificar tua pele em tantos,
Tantos outros passos...
Não se largue assim em tantos braços,
Teus braços que um dia teceram meus sorrisos,
Braços que de tanto prazer são dor enfim.
Tanto cerco de palha,
Tanto verso, migalha.
Não se vá assim sem palavra alguma,
Na raspa de todos esses anos,
Restam mãos e por demais vazios.
Tanta sede de tudo,
Tanto, tão cedo...
Essa risca de barro que te contém o cenho.
Eu quero sorrir de novo,
Falar de novo,
Cantar de novo.
Não pretendia tantas cores a correr por teus cabelos,
Os rasgos firmes no seu rosto.
Quero partir-te em trégua,
Ramificar tua pele em tantos,
Tantos outros passos...
Não se largue assim em tantos braços,
Teus braços que um dia teceram meus sorrisos,
Braços que de tanto prazer são dor enfim.
Tanto cerco de palha,
Tanto verso, migalha.
Não se vá assim sem palavra alguma,
Na raspa de todos esses anos,
Restam mãos e por demais vazios.
Tanta sede de tudo,
Tanto, tão cedo...