9.10.07

O Punho

Trave.
Entrave, no rasgo da palavra.
Se fossem palavras apenas,
Mas o fio torto se enrosca na paz.
E paz já não é....

Por que sujar de dor o gasto,
Marcar o gosto,
O fel é seu.
Cortesia da casa...
Marca o passo, voa, curte
Do adeus real sobra o aceno.

A verdade chora que é assim mesmo.
A violência na veia,
Brotando de todos os poros.
Espontânea, gratuita.
E aí é um sopro,
Pra desfazer a marca
O estrago é ausência de laço.

Deixa estar,
Cala.
Autocontrole é para os fortes.
Para os fracos, resta o punho.

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