A Última Ceia no seio da vida.

Mistifica-se o verso, sem que signifique nada no tudo, sem que seja exceção á regra. Diria, sem medo nem voz, que se é um dia, que se o viva na poesia. Poemas e textos de Nadja Lopes

9.10.07

Incógnita

A face é o credo.
Isto é que nada é,
E tudo é nada.

O nada nunca foi como se fosse,
E tudo já não é como seria.
O que é essa trova?

Se eu não sabe,
Quem saberia o saber?
Certamente não você...

A dor que me grita,
É a raiva que sopra.
Se recebo esta migalha,
Me calo.

A voz é o mundo.
Postado por nadja às 11:30 AM

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