Por que te forças a ressurgir, re-memorizar, re-sonhar, re-sentir, e fazer parte do teu tempo solidão?
Tens como chão o leve enclaustro de um navio...
Tens apenas a ti como perfil de um desafio...
Teu desejo dorme acordado, no inverno gélido de um pesar angustiado.
E a ofegante idéia, a vontade intrigante, se alimenta das folhas verdes do verão, tão perto...
Que nenhum outono te impeça uma paixão,
Sem paixão pelo ar, não se vive...
Que os pensamentos, com um grito surdo de dúvida, não ecoem no sentido da vida que te permeia.
Tenho nas mãos o poder da lua na noite, o prazer do dia de sol, que se enfraquecem em um eclipse diário. Conturbado por agonia única, que nasce por si só, e resiste ao medo de existir.
O peso de uma lágrima, que transforma um segundo, que escorre por um rosto pálido.
E tua vontade reprimida te escorre pelas mãos, teu poder de resistência reside ás margens de uma argumentação nula.
A tua segurança se fundamenta em um milésimo de segundo e se dissipa...
E essa voz cortante, tem nas entranhas desespero. Esse medo uivante, que se espalha no topo de uma montanha, desce pelo córrego que encontra teus lábios, apenas para sanar tua sede.
Teu corpo fala. Tuas veias guiam esse fogo morto. Essa chame viva.
Em determinados momentos, sentes um pouco de vida fluir no olhar. Quando a pálpebra se fecha, a vida se esvai...
Tua sensação respira silenciosa, pensante, pulsante e acaba. E restam as folhas secas no chão, e ainda restam vestígios do último outono.
by nadja
Tens como chão o leve enclaustro de um navio...
Tens apenas a ti como perfil de um desafio...
Teu desejo dorme acordado, no inverno gélido de um pesar angustiado.
E a ofegante idéia, a vontade intrigante, se alimenta das folhas verdes do verão, tão perto...
Que nenhum outono te impeça uma paixão,
Sem paixão pelo ar, não se vive...
Que os pensamentos, com um grito surdo de dúvida, não ecoem no sentido da vida que te permeia.
Tenho nas mãos o poder da lua na noite, o prazer do dia de sol, que se enfraquecem em um eclipse diário. Conturbado por agonia única, que nasce por si só, e resiste ao medo de existir.
O peso de uma lágrima, que transforma um segundo, que escorre por um rosto pálido.
E tua vontade reprimida te escorre pelas mãos, teu poder de resistência reside ás margens de uma argumentação nula.
A tua segurança se fundamenta em um milésimo de segundo e se dissipa...
E essa voz cortante, tem nas entranhas desespero. Esse medo uivante, que se espalha no topo de uma montanha, desce pelo córrego que encontra teus lábios, apenas para sanar tua sede.
Teu corpo fala. Tuas veias guiam esse fogo morto. Essa chame viva.
Em determinados momentos, sentes um pouco de vida fluir no olhar. Quando a pálpebra se fecha, a vida se esvai...
Tua sensação respira silenciosa, pensante, pulsante e acaba. E restam as folhas secas no chão, e ainda restam vestígios do último outono.
by nadja
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